Learn as if you will live forever, live like you will die tomorrow.

   +1 555 87 89 56   80 Harrison Lane, FL 32547

Emprego industrial no País tem pior resultado desde 2001

Do Diário OnLine

O nível de emprego na indústria recuou 0,6% em março, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Trata-se da sexta desaceleração consecutiva do indicador. Na comparação com março de 2008, houve retração de 5% – a quarta taxa negativa seguida e a menor desde o início da série histórica do instituto, em 2001.

Desde outubro do ano passado, o nível de emprego acumula queda de 5,8%. No acumulado deste ano, o decréscimo soma 4%. Nos últimos 12 meses, o índice ainda acumula alta, mas de apenas 0,3%.

Segundo o IBGE, na comparação com março do ano passado, todos os locais e 14 dos 18 setores reduziram o contingente de trabalhadores. A redução no emprego em São Paulo (-4,0%), região Norte e Centro-Oeste (-8,6%) e Minas Gerais (-6,2%) exerceram as pressões mais significativas no total do País.

Na análise por setor, os principais impactos negativos foram: vestuário (-8,6%), máquinas e equipamentos (-8,2%), calçados e artigos de couro (-10,3%) e meios de transporte (-7,0%). Por outro lado, papel e gráfica (7,0%), refino de petróleo e produção de álcool (3,5%), minerais não-metálicos (0,8%) e indústria extrativa (0,5%) exerceram pressão positiva.

Horas pagas e folha de pagamento – De acordo com o IBGE, o número de horas pagas recuou 0,9% em março, ante o mês anterior. Trata-se da sexta taxa negativa consecutiva nessa base de comparação, acumulando perda de 6,6% nesse período.

Em relação ao mesmo mês do ano passado, a retração foi de 5,6%, quinta desaceleração seguida. Neste ano, a queda acumulada é de 5%.

A folha de pagamento real diminuiu 2,5% em março, após crescer 1,9% em fevereiro. Na comparação com março de 2008, decréscimo foi de 2,2%. Já no acumulado do ano, o indicador ficou estável (0%).

Fonte:
Diário do Grande Abc