Confira os 10 requisitos obrigatórios que serão avaliados pelo júri na Itália:

  1. Identidade e distinção: O ambiente deve conter um ou mais elementos de identidade italiana (design, quadros, fotos, etc.). Desenvolvimento de ações de promoção da cultura e/ou produtos italianos através de site, redes sociais, folder, flyers. Inserção do restaurante em guias nacionais e internacionais.
  2. Hospitalidade: No restaurante deve haver ao menos uma pessoa que saiba se relacionar com o público em língua italiana. O ambiente deve estar de aguardo com as normas da vigilância sanitária e regras de funcionamento locais.
  3. Mise en place: Utensílios adequados para a composição da mesa.
  4. Cozinha: A cozinha deve estar adequada à proposta gastronômica com equipamentos e funcionários.
  5. Menu: O menu deve ser escrito também em italiano e subdivido por categorias de pratos: Antipasti, Primi, Secondi, Contorni, Dessert.
  6. Proposta gastronômica: O menu deve conter pelo menos 50% dos pratos e receitas da tradição italiana. Os ingredientes principais como massa e azeite extravirgem devem ser 100% italianos. Outros produtos como conservas vegetais, presunto, queijos, café expresso etc. utilizados no restaurante serão fotografados e as imagens enviadas para a avaliação na Itália, onde um comitê de críticos e enólogos avalia se está tudo de acordo com a proposta gastronômica.
  7. Carta de Vinhos: Ao menos 30% da carta de vinhos devem ter origem comprovadamente italiana. Pelos menos cinco vinhos devem ser DOC ou IGT. Na carta devem constar vinhos tintos, brancos e espumantes. Licores e destilados são solicitados, mas não é requisito essencial.
  8. Azeite extravirgem: Deve ser comprovadamente italiano DOP. O azeite extravirgem italiano deve ser utilizado na cozinha e disponível aos clientes.
  9. Experiência e competência do Chef: Deve ter certificado de gastronomia ou pelo menos seis meses de experiência em restaurantes típicos na Itália ou três anos de experiência em cozinha italiana no exterior.
  10. Produtos DOP e IGP: A proposta gastronômica deve utilizar produtos DOC e IGT italianos utilizados na preparação dos pratos ou servidos que não são encontrados no território brasileiro.